terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Alteração do prazo para declarar valor da atividade para Trabalhadores Independentes


Trabalhadores independentes

têm até 29 de fevereiro para declarar valor da atividade




Logótipo da Segurança Social
O prazo para a entrega da declaração do valor da atividade, relativa a 2011, foi alargado até ao final do mês de fevereiro. Os trabalhadores independentes têm agora até ao dia 29 de fevereiro para apresentarem esta declaração exclusivamente através da Internet, na Segurança Social Direta.

Em comunicado, a Segurança Social informa que o Código dos Regimes Contributivos (CRC) estabelece a obrigação dos trabalhadores independentes, que não sejam exclusivamente produtores ou comerciantes, apresentarem a declaração anual do valor total da atividade, relativa ao ano civil anterior. 
Este é o primeiro ano em que os trabalhadores independentes têm que declarar o valor da atividade, relativamente à atividade prestada em 2011. Os valores a declarar são sem IVA.
Esta declaração deve ser apresentada até ao dia 29 de fevereiro de 2012, sob pena de aplicação de contraordenações, e exclusivamente através da Segurança Social Direta no menu “Contribuições” - “Trabalhadores Independentes - Declaração do Valor da Atividade”.
A declaração deve ser preenchida com os valores do total das vendas realizadas; da prestação de serviços a pessoas singulares que não tenham atividade profissional/empresarial; e da prestação de serviços às entidades passíveis de serem entidades contratantes, ou seja, pessoas coletivas e pessoas singulares com atividade empresarial.
Para mais informação consulte o site da Segurança Social, nomeadamente as perguntas frequentes sobre esta declaração, ou contacte diretamente esta entidade através do telefone 808 266 266 808 266 266 , nos dias úteis das 8:00h às 20:00h.



[Fonte: Portais do Cidadão e da Empresa]

Groupama 4 is off - Volvo Ocean Race 2011-12

Solução Renda de Casa


Solução Renda de Casa

  1. Se é inquilino, já pensou se o seu agregado familiar poderá manter o arrendamento em caso de falecer ou ficar inválido? 
     
  2. Se na compra de habitação lhe exigem um Seguro de Vida, que garanta, em caso de morte ou invalidez, o pagamento da dívida, por que razão não proteger a continuação do pagamento da renda no arrendamento? 
     
  3. Num contrato de arrendamento a obrigação da prestação mensal para com o Senhorio não difere da obrigação para com o Banco. Porquê proteger uma e não a outra?

Pensar sobre estas questões é importante.
Ninguém tem a Vida na mão!

Prazos Entrega IRS 2012


Os prazos de entrega do IRS de 2012 deverão respeitar o seguinte calendário:

  • Trabalhadores que auferem rendimentos exclusivamente por conta de outrem e/ou pensões:
    • Entrega em Papel:            Março de 2012
    • Entrega pela Internet:     Abril de 2012
  • Trabalhadores Independentes e restantes casos não previstos na situação anterior:
    • Entrega em Papel:            Abril de 2012
    • Entrega pela Internet:     Maio de 2012
A expectativa quanto ao reembolso de IRS 2012 para ambas as fases deverá ser antecipada para 31 de Julho de 2012 


fonte:http://economiafinancas.com

Lista de Bens e Serviços Sujeitos à Taxa Reduzida


ISTA I – BENS E SERVIÇOS SUJEITOS à TAXA REDUZIDA 
1 – Produtos alimentares:
1.1 – Cereais e preparados à base de cereais:
1.1.1 – Cereais;
1.1.2 – Arroz (em película, branqueado, polido, glaciado, estufado, convertido em trincas);
1.1.3 – Farinhas, incluindo as lácteas e não lácteas;
1.1.4 – Massas alimentícias e pastas secas similares, excluindo-se as massas recheadas;
1.1.5 – Pão e produtos de idêntica natureza, tais como gressinos, pães de leite, regueifas e tostas;
1.1.6 – Seitan.
1.2 – Carnes e miudezas comestíveis, frescas ou congeladas de:
1.2.1 – Espécie bovina;
1.2.2 – Espécie suína;
1.2.3 – Espécie ovina e caprina;
1.2.4 – Espécie equídea;
1.2.5 – Aves de capoeira;
1.2.6 – Coelhos domésticos.
1.3 – Peixes e moluscos:
1.3.1 – Peixe fresco (vivo ou morto), refrigerado, congelado, seco, salgado ou em salmoura, com exclusão do peixe fumado, do espadarte, do esturjão e do salmão, quando secos, salgados ou em conserva e preparados de ovas (caviar);
1.3.2 – Conservas de peixes (inteiros, em pedaços, filetes ou pasta), com excepção do peixe fumado, do espadarte, do esturjão e do salmão, quando secos, salgados ou em conserva e preparados de ovas (caviar);
1.3.3 – Moluscos, com excepção das ostras, ainda que secos ou congelados.
1.4 – Leite e lacticínios, ovos de aves:
1.4.1 – Leite em natureza, concentrado, esterilizado, evaporado, pasteurizado, ultrapasteurizado, condensado, fermentado, em blocos, em pó ou granulado e natas;
1.4.2 – Leites dietéticos;
1.4.3 – Manteiga, com ou sem adição de outros produtos;
1.4.4 – Queijos;
1.4.5 – Iogurtes, incluindo os iogurtes pasteurizados;
1.4.6 – Ovos de aves, frescos, secos ou conservados;
1.4.7 – Leites chocolatados, aromatizados, vitaminados ou enriquecidos;
1.4.8 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Bebidas e sobremesas lácteas;
1.4.9 – Bebidas e iogurtes de soja, incluindo tofu.   (Redacção dada pelo artigo 120.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
1.5 – Gorduras e óleos gordos:
1.5.1 – Azeite;
1.5.2 – Banha e outras gorduras de porco.
1.6 – Frutas frescas, legumes e produtos hortícolas:
1.6.1 – Legumes e produtos hortícolas, frescos ou refrigerados, secos ou desidratados;
1.6.2 – Legumes e produtos hortícolas congelados, ainda que previamente cozidos;
1.6.3 – Legumes de vagem secos, em grão, ainda que em película, ou partidos;
1.6.4 – Frutas frescas.
1.7 – Água, com excepção das águas de nascente, minerais, medicinais e de mesa, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou de outras substâncias.  (Redacção dada pelo artigo 120.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
1.7.1 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Águas, com excepção das águas adicionadas de outras substâncias;
1.7.2 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Águas de nascente e águas minerais, ainda que reforçadas ou adicionadas de gás carbónico, sem adição de outras substâncias.
1.8 – Mel de abelhas.
1.9 – Sal (cloreto de sódio):
1.9.1 – Sal-gema;
1.9.2 – Sal marinho.
1.10 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Batata fresca descascada, inteira ou cortada, pré-frita, refrigerada, congelada, seca ou desidratada, ainda que em puré ou preparada por meio de cozedura ou fritura.
1.11 – Sumos e néctares de frutos ou de produtos hortícolas.(Redacção dada pelo artigo 120.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
1.12 – Produtos dietéticos destinados à nutrição entérica e produtos sem glúten para doentes celíacos.
2 – Outros:
2.1 - Jornais, revistas de informação geral e outras publicações periódicas que se ocupem predominantemente de matérias de carácter científico, educativo, literário, artístico, cultural, recreativo ou desportivo e livros em todos os suportes físicos.
Exceptuando-se as publicações ou livros de carácter obsceno ou pornográfico, como tal considerados na legislação sobre a matéria, e as obras encadernadas em peles, tecidos de seda ou semelhante. (Redacção da Lei n.º55-A/2010, de 31 de Dezembro) 

2.2 – Contribuição para o áudio-visual cobrada para financiamento do serviço público de radiodifusão e de televisão.
2.3 – Papel de jornal, referido na subposição 48.01 do sistema harmonizado.
2.4 – (Revogado pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro)  Livros, folhetos e outras publicações não periódicas de natureza cultural, educativa, recreativa e desportiva, brochados ou encadernados.
Exceptuam-se:
a) Cadernetas destinadas a coleccionar cromos, decalcomanias, estampas ou gravuras;
b) Livros e folhetos de carácter pornográfico ou obsceno;
c) Obras encadernadas em peles, tecidos de seda ou semelhante;
d) Calendários, horários, agendas e cadernos de escrita;
e) Folhetos ou cartazes promocionais ou publicitários, incluindo os turísticos, e roteiros ou mapas de estradas e de localidades;
f) Postais ilustrados.
2.5 – Produtos farmacêuticos e similares e respectivas substâncias activas a seguir indicados:
a) Medicamentos, especialidades farmacêuticas e outros produtos farmacêuticos destinados exclusivamente a fins terapêuticos e profilácticos;
b) Preservativos;
c) Pastas, gazes, algodão hidrófilo, tiras e pensos adesivos e outros suportes análogos, mesmo impregnados ou revestidos de quaisquer substâncias, para usos higiénicos, medicinais ou cirúrgicos;
d) Plantas, raízes e tubérculos medicinais no estado natural;
e) Tiras de glicémia, de glicosúria e acetonúria, agulhas, seringas e canetas para administração de insulina utilizadas na prevenção e tratamento da Diabetes mellitus.
Compreendem-se nesta verba os resguardos e fraldas.
2.6 – Aparelhos ortopédicos, cintas médico-cirúrgicas e meias medicinais, cadeiras de rodas e veículos semelhantes, accionados manualmente ou por motor, para deficientes, aparelhos, artefactos e demais material de prótese ou compensação destinados a substituir, no todo ou em parte, qualquer membro ou órgão do corpo humano ou a tratamento de fracturas e as lentes para correcção de vista, bem como calçado ortopédico, desde que prescrito por receita médica, nos termos a regulamentar pelo Governo no prazo de 30 dias.
2.7 – As prestações de serviços médicos e sanitários e operações com elas estreitamente conexas feitas por estabelecimentos hospitalares, clínicas, dispensários e similares não pertencentes a pessoas colectivas de direito público ou a instituições privadas integradas no Serviço Nacional de Saúde, quando estas renunciem à isenção, nos termos da alínea b) do n.º 1 do artigo 12.º do Código do IVA.
2.8 – Soutiens, fatos de banho ou outras peças de vestuário de uso medicinal, constituídas por bolsas interiores, destinadas à colocação de próteses utilizadas por mastectomizadas.
2.9 – Utensílios e quaisquer aparelhos ou objectos especificamente concebidos para utilização por pessoas com deficiência, desde que constem de uma lista aprovada por despacho conjunto dos Ministros das Finanças, da Solidariedade e Segurança Social e da Saúde.
2.10 – Utensílios e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados a operações de socorro e salvamento adquiridos por associações humanitárias e corporações de bombeiros, bem como pelo Instituto de Socorros a Náufragos e pelo SANAS – Corpo Voluntário de Salvadores Náuticos.
2.11 – Prestações de serviços, efectuadas no exercício das profissões de jurisconsulto, advogado e solicitador a desempregados e trabalhadores no âmbito de processos judiciais de natureza laboral e a pessoas que beneficiem de assistência judiciária. (Redacção da Lei n.º55-A/2010, de 31 de Dezembro) 
2.12 – (Revogada pela Lei n.º 51-A/2011, de 30 de Setembro) Electricidade.
2.13 – (Revogado pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro)Utensílios e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados ao combate e detecção de incêndios.
2.14 – Transporte de passageiros, incluindo aluguer de veículos com condutor.
Compreende-se nesta verba o serviço de transporte e o suplemento de preço exigido pelas bagagens e reservas de lugar.
2.15 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Espectáculos, provas e manifestações desportivas e outros divertimentos públicos. Exceptuam-se: 
a) Os espectáculos de carácter pornográfico ou obsceno, como tal considerados na legislação sobre a matéria;
b) As prestações de serviços que consistam em proporcionar a utilização de jogos mecânicos e electrónicos em estabelecimentos abertos ao público, máquinas, flippers, máquinas para jogos de fortuna e azar, jogos de tiro eléctricos, jogos de vídeo, com excepção dos jogos reconhecidos como desportivos.
2.16 – (Revogada pela Lei n.º 51-A/2011, de 30 de Setembro)  Gás natural.
2.17 – Alojamento em estabelecimentos do tipo hoteleiro. A taxa reduzida aplica-se exclusivamente ao preço do alojamento, incluindo o pequeno-almoço, se não for objecto de facturação separada, sendo equivalente a metade do preço da pensão completa e a três quartos do preço da meia pensão.
2.18 – As empreitadas de construção de imóveis de habitações económicas ou de habitações de custos controlados, independentemente do promotor, desde que tal classificação esteja certificada por autoridade competente do ministério da tutela.
2.19 – As empreitadas de bens imóveis em que são donos da obra autarquias locais, empresas municipais cujo objecto consista na reabilitação e gestão urbanas detidas integralmente por organismos públicos, associações de municípios, empresas públicas responsáveis pela rede pública de escolas secundárias ou associações e corporações de bombeiros, desde que, em qualquer caso, as referidas obras sejam directamente contratadas com o empreiteiro. (Red. da Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro)
2.20 – Locação de áreas reservadas em parques de campismo e caravanismo, incluindo os serviços com ela estreitamente ligados.
2.21 – Portagens nas travessias rodoviárias do Tejo, em Lisboa.
2.22 – Prestações de serviços relacionadas com a limpeza das vias públicas, bem como a recolha, armazenamento, transporte, valorização e eliminação de resíduos.
2.23 – Empreitadas de reabilitação urbana, tal como definida em diploma específico, realizadas em imóveis ou em espaços públicos localizados em áreas de reabilitação urbana (áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística, zonas de intervenção das sociedades de reabilitação urbana e outras) delimitadas nos termos legais, ou no âmbito de operações de requalificação e reabilitação de reconhecido interesse público nacional. (Red. da Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro)
2.24 – As empreitadas de reabilitação de imóveis que, independentemente da localização, sejam contratadas directamente pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), bem como as que sejam realizadas no âmbito de regimes especiais de apoio financeiro ou fiscal à reabilitação de edifícios ou ao abrigo de programas apoiados financeiramente pelo IHRU. (Red. da Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro)
2.25 – As empreitadas de construção de imóveis e os contratos de prestações de serviços com ela conexas cujos promotores sejam cooperativas de habitação e construção, incluindo as realizadas pelas uniões de cooperativas de habitação e construção económica às cooperativas suas associadas no âmbito do exercício das suas actividades estatutárias, desde que as habitações se integrem no âmbito da política social de habitação, designadamente quando respeitem o conceito e os parâmetros de habitação de custos controlados, majorados em 20 %, desde que certificadas pelo Instituto Nacional de Habitação.
2.26 – As empreitadas de conservação, reparação e beneficiação dos prédios ou parte dos prédios urbanos habitacionais, propriedade de cooperativas de habitação e construção cedidos aos seus membros em regime de propriedade colectiva, qualquer que seja a respectiva modalidade.
2.27 – As empreitadas de beneficiação, remodelação, renovação, restauro, reparação ou conservação de imóveis ou partes autónomas destes afectos à habitação, com excepção dos trabalhos de limpeza, de manutenção dos espaços verdes e das empreitadas sobre bens imóveis que abranjam a totalidade ou uma parte dos elementos constitutivos de piscinas, saunas, campos de ténis, golfe ou minigolfe ou instalações similares.
A taxa reduzida não abrange os materiais incorporados, salvo se o respectivo valor não exceder 20 % do valor global da prestação de serviços.
2.28 – As prestações de serviços de assistência domiciliária a crianças, idosos, toxicodependentes, doentes ou deficientes.
2.29 – Cadeiras e assentos próprios para o transporte de crianças em veículos automóveis, bem como outros equipamentos de retenção para o mesmo fim. (Aditada pela Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro)
2.30 – Prestações de serviços de manutenção ou reparação de próteses, equipamentos, aparelhos, artefactos e outros bens referidos nas verbas 2.6, 2.8 e 2.9.(Aditada pela Lei n.º 64-A/2008 de 31 de Dezembro)
3 – Bens de produção da agricultura:
3.1 – Adubos, fertilizantes e correctivos de solos.
3.2 – Animais vivos, exclusiva ou principalmente destinados ao trabalho agrícola, ao abate ou à reprodução.
3.3 – Farinhas, resíduos e desperdícios das indústrias alimentares e quaisquer outros produtos próprios para a alimentação de gado e de outros animais, incluindo os peixes de viveiro, destinados a alimentação humana.
3.4 – Produtos fitofarmacêuticos.
3.5 – Sementes, bolbos e propágulos.
3.6 – Forragens e palha.
3.7 – Plantas vivas, de espécies florestais ou frutíferas.
3.8 – Bagaço de azeitona e de outras sementes oleaginosas, grainha e folhelho de uvas.
3.9 – Sulfato cúprico, sulfato férrico e sulfato duplo de cobre e de ferro.
3.10 – Enxofre sublimado.
3.11 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Ráfia natural.
4 – Prestações de serviços silvícolas:
4.1 – Prestações de serviços de limpeza e de intervenção cultural nos povoamentos, realizadas em explorações agrícolas e silvícolas.


fonte:http://economiafinancas.com

Bens e Serviços Sujeitos à Taxa Intermédia


LISTA II -  BENS E SERVIÇOS SUJEITOS à TAXA INTERMÉDIA  
1 – Produtos para alimentação humana:
1.1 – Conservas de carne e miudezas comestíveis. 
1.2 – Conservas de peixes e de moluscos: 
1.2.1 – Conservas de moluscos, com excepção das ostras. 
1.3 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)  Frutas e frutos: 
1.3.1 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Conservas de frutas ou frutos, designadamente em molhos, salmoura ou calda e suas compotas, geleias, marmeladas ou pastas; 
1.3.2 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Frutas e frutos secos, com ou sem casca. 
1.4 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Produtos hortícolas: 
1.4.1 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Conservas de produtos hortícolas, designadamente em molhos, vinagre ou salmoura e suas compotas. 
1.5 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Gorduras e óleos comestíveis: 
1.5.1 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Óleos directamente comestíveis e suas misturas (óleos alimentares); 
1.5.2 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Margarinas de origem animal e vegetal. 
1.6 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Café verde ou cru, torrado, em grão ou em pó, seus sucedâneos e misturas. 
1.7 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Aperitivos à base de produtos hortícolas e sementes. 
1.8 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Produtos preparados à base de carne, peixe, legumes ou produtos hortícolas, massas recheadas, pizzas, sandes e sopas, ainda que apresentadas no estado de congelamento ou pré-congelamento e refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domicílio. 
1.9 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Aperitivos ou snacks à base de estrudidos de milho e trigo, à base de milho moído e frito ou de fécula de batata, em embalagens individuais. 
1.10 – Vinhos comuns. 

1.11 – Águas de nascente, minerais, medicinais e de mesa, águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico, com excepção das águas adicionadas de outras substâncias. (Aditado pelo artigo 122.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
2 – Outros: 
2.1 – (Revogado pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro) Flores de corte, folhagem para ornamentação e composições florais decorativas. Exceptuam-se as flores e folhagens secas e as secas tingidas. 
2.2 – (Revogado pela Lei n.º 55-A/2010, de 31 de Dezembro) Plantas ornamentais. 
2.3 – Petróleo e gasóleo, coloridos e marcados, e fuelóleo e respectivas misturas. (Redacção dada pelo artigo 121.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
2.4 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Aparelhos, máquinas e outros equipamentos exclusiva ou principalmente destinados a: 
a) Captação e aproveitamento de energia solar, eólica e geotérmica; 
b) Captação e aproveitamento de outras formas alternativas de energia; 
c) Produção de energia a partir da incineração ou transformação de detritos, lixo e outros resíduos; 
d) Prospecção e pesquisa de petróleo e ou desenvolvimento da descoberta de petróleo e gás natural; 
e) Medição e controlo para evitar ou reduzir as diversas formas de poluição. 
2.5 – Utensílios e alfaias agrícolas, silos móveis, motocultivadores, motobombas, electrobombas, tractores agrícolas, como tal classificados nos respectivos livretes, e outras máquinas e aparelhos exclusiva ou principalmente destinados à agricultura, pecuária ou silvicultura. 

2.6 – Entradas em espectáculos de canto, dança, música, teatro, cinema, tauromaquia e circo. Exceptuam-se as entradas em espectáculos de carácter pornográfico ou obsceno, como tal considerados na legislação sobre a matéria.  (Aditado pelo artigo 122.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro)
3 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Prestações de serviços: 
3.1 – (Revogado pelo n.º 2 do artigo 123.º da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro) Prestações de serviços de alimentação e bebidas. 


fonte:http://economiafinancas.com

Guias Fiscais 2012


Existem já disponíveis gratuitamente vários guias fiscais aplicáveis ao corrente exercício de 2012, inseridos em iniciativas de auto-promoção de algumas empresas de auditoria, que oferecem informação extensiva e simplificada que permitirá a boa parte dos nossos leitores, inteirarem-se das principais linhas de orientações associadas à fiscalidade familiar ou empresarial. Sendo certo que alguns dos temas já foram por nós abordados (veja-se a página especializada em Deduções IRS 2012) e que seguramente voltaremos a referir no decurso do ano procurando simplificar a leitura, explicar os conceitos e alertar para potenciais surpresas, é também certo que os dois dossiers que a seguir se referenciam têm o mérito de sumariar num único documento muita da informação útil em matéria fiscal.
A primeira referência vai para o Guia Fiscal 2012 das Deloitte que em 72 páginas (versão PDF ou online) cobre o essencial. Eis o índice da publicação:
  • 5 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS)
  • 27 Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (IRC)
  • 43 Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA)
  • 49 Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas
  • de Imóveis (IMT)
  • 55 Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI)
  • 59 Imposto do Selo (I. Selo)
  • 65 Acordos de Dupla Tributação (ADT)
A PWC tem também a sua versão que designa de Guia Fiscal – Imposto e Benefícios Fiscais da PWC. Apresenta-se numa versão online que partilha muitos dos tema do guia da Deloitte e parece acrescentar mais alguma informação, nomeadamente sobre a Segurança Social,Coimas, Emolumentos, diretivas comunitárias.
Estamos em crer que estas duas propostas já deixam pano para mangas, para quem se quer inteirar um pouco melhor da fiscalidade 2012. Sempre que surjam novos documentos de qualidade, voltaremos aos tema. Bons negócios!

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fonte:http://economiafinancas.com

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Diário de Bolsa

Os principais temas em destaque no dia de hoje são: 

- Na pré-abertura, os mercados europeus não apresentavam uma tendência definida. 

- A sessão europeia será marcada por diversos leilões. 

- Nos EUA, a reunião da FED será o principal evento do dia. 

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Diário de Bolsa

Os principais temas em destaque no dia de hoje são:

- O BCP continuará a ser uma das empresas em destaque no mercado nacional.

- Na pré-abertura, os índices europeus ensaiavam em baixa.

- Os leilões de dívida espanhola e francesa serão os principais eventos do dia. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Diário de Bolsa

Os principais temas em destaque no dia de hoje são:

- A situação na Grécia permanece complexa e confusa.

- Na pré-abertura, os índices europeus ensaiavam em alta.

- Nos EUA, o relatório do emprego será o principal evento do dia. 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Dário de Bolsa

Os principais temas em destaque no dia de hoje são: 

- Para além dos desenvolvimentos da conjuntura actual, os investidores nacionais irão reagir aos resultados apresentados. 

- Na pré-abertura, os índices europeus ensaiavam em baixa. 

- Os líderes europeus assumiram uma postura mais severa com a Grécia.

Alteração nas Indemnizações em caso de cessão de contrato

Entrou no dia 1 de Novembro em vigor a Lei n.º 53/2011 – Alterações ao Código de Trabalho (novo sistema de compensação em diversas modalidades de cessação do contrato) que aqui destacámos aquando da sua publicação. Para já estas alterações que limitam as indemnizações por cada ano trabalhado (em caso de despedimento) dos 30 para os 20 dias com um cúmulo máximo de 12 meses de salário aplicam-se apenas aos novos contratos, celebrados a partir de hoje, mas é já claro que este será apenas um primeiro passo no sentido de alargar a incidência destas novas regras aos contratos já em vigor.
Se tal vier a suceder,  um trabalhador que tenha começado a trabalhar aos 18 anos e seja despedido aos 45 e que recebe atualmente cerca de 27 salários de indemnização (um por cada ano de trabalho), passará a receber, no máximo, 12 meses, ou seja menos de metade. Assim que houver novidades nesta matéria daremos delas aqui nota.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Não pedir factura pode custar-lhe dinheiro.

Orçamento de Estado de 2012 um artigo que contem algumas novidades. Quem não emitir fatura pode ser multado mas quem não a exigir também é punível com coima.
“1 – A não passagem de recibos ou facturas ou a sua emissão fora dos prazos legais, nos casos em que a lei o exija, é punível com coima de € 150 a € 3 750.
2 – A não exigência, nos termos da lei, de passagem ou emissão de facturas ou recibos, ou a sua não conservação pelo período de tempo nela previsto, é punível com coima de € 75 a € 2 000.

fonte:http://economiafinancas.com

Depósitos Bancários - Direitos e Deveres

O Banco de Portugal divulgou um pequeno desdobrável sobre Depósitos Bancários – Direitos e Deveres (clique aqui para descarregar – cerca de 5MB em PDF) a pretexto do dia mundial da poupança que se celebra hoje, dia 31 de Outubro.
Em apenas duas páginas explicam-se alguns dos conceitos fundamentais relacionados com depósitos a prazo bem como os principais direitos e deveres dos depositantes.
Fica a dica de leitura neste que é mais um contributo para melhorar um pouco o grau de literacia do aforrador nacional.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Medidas da Troika a implementar em 2011

O Ministério das Finanças acaba de divulgar um documento onde se sistematizam todas as medidas previstas no Memorando de Entendimento com a Troika (clique aqui para aceder) que deverão ser implementadas ainda durante 2011. Eis alguns aspectos que destacamos encontrados nas 30 páginas do documento relativos apenas ao que tem de estar preparado até ao final de Julho – o plano prevê medidas a implementar mensalmente.
§ As revisão do salário mínimo ficam condicionados a aprovação no âmbito dos processo de revisão do acordo com a troika:
“Durante a duração do programa, qualquer aumento do salário mínimo só terá lugar se justificado pela evolução económica e do mercado de trabalho e após acordo no quadro da revisão do programa.”
§ Alterações (incluindo privatização) no negócio da CDG:
” (…) venda do negócio segurador do grupo, de um programa para a alienação gradual de todas as subsidiárias non core e,
se necessário, de uma redução das actividades no estrangeiro (…)”
§ Acabar com as golden share:
“Eliminar as golden shares e todos os outros direitos estabelecidos por Lei ou nos estatutos de empresas cotadas em Bolsa, que confiram direitos especiais ao Estado.”
§ Alterar as compensassões por extinção dos contratos de trabalho;
§ Reduzir a Taxa Social Única gradualmente;
§ Reduzir custos operacionais do sector empresarial do Estado toamndo por referência os custos de 2009

Balança Comercial portuguesa continuou a melhorar em Abril de 2011

Com a exportações (-16,2%) a crescerem sensivelmente ao dobro do ritmo das importações (8,8%) no trimestre terminado em Abril de 2011, face a igual período de 2010, o desequilibrio crónico da balança comercial portuguesa continua a desagravar-se.
Como consequência, as exportações portuguesas foram capazes de gerar recursos equivalentes a 70,0% de tudo o que foi consumido em importações no mesmo trimestre (taxa de cobertura).
Outro facto particularmente significativo é o maior reequilibrio da balança comercial no comercial intracomunitário (taxa de cobertura de 71,3%) o que compara com trimestres anteriores em que uma parte importante do reequilibrio global advinha do comércio extra-comunitário (que se degradou no período em análise com o crescimento das importações a superar o das exportações à conta dos combustíveis).
Mais detalhes no destaque do INE (clique aqui).

a Semana

Os principais temas da semana são:

- Os mercados accionistas registaram perdas pela sexta semana consecutiva.

- Os dados económicos e a situação na Grécia serão os principais fios condutor desta semana.

- A bolsa portuguesa continuará dominada pela evolução da conjuntura externa.

Diário de Bolsa

Os principais temas em destaque no dia de hoje são:

- Os investidores europeus deparam-se com a situação da Grécia que, com o decorrer do tempo, se torna cada vez menos nítida.

- Na pré-abertura, os mercados europeus ensaiavam sem oscilações relevantes.

- As acções americanas fecharam com perdas acentuadas, encerrando uma semana cujo desempenho foi o pior desde Agosto de 2010.